Bolsa de apoio a alojamento universitário não exige contrato de arrendamento

Bolsa de apoio a alojamento universitário não exige contrato de arrendamento

Mesmo que não apresente um contrato de arrendamento, o estudante bolseiro deslocado vai ter mais apoios. Apenas terá de comprovar que tentou pedir um lugar na residência e que não lhe foi atribuída vaga.

De acordo com o Jornal de Notícias, esta novidade surge devido à criação de um novo regulamento de atribuição de bolsas de estudo do Ensino Superior publicado na terça-feira em Diário da República.

Segundo a CNN Portugal, em 2026, todos os estudantes deslocados recebem, à partida, cerca de 161 euros mensais para alojamento.

Quando não há vaga numa residência e é necessário recorrer a alojamento privado, o montante aumenta de acordo com uma tabela definida para cada concelho. Lisboa surge no topo, com 500 euros, seguida de Cascais, com 488, e Oeiras, com 459. No Norte, o Porto tem um valor de 419 euros, Matosinhos de 395 e Vila Nova de Gaia de 367. Em Coimbra, o apoio ronda os 338 euros.

Esta mudança no panorama universitário ganha uma particular relevância num mercado onde muitos estudantes vivem em quartos sem contrato. Deste modo, a falta deste documento não impede o estudante de receber o apoio, desde que demonstre que não conseguiu obter lugar numa residência universitária.

Tiago Delgado

Imagem: Universidade Fm