A edição de 2026 do Mundial de futebol ficou marcada pelos recordes. Estados Unidos, México e Canadá foram o palco da disputa pelo troféu, num novo formato com 48 seleções e 104 jogos, o maior de sempre.
Os números destacaram-se fora do campo. Apesar da polémica em torno do preço dos bilhetes, quase sete milhões de adeptos viram os jogos da bancada, ultrapassando o recorde do Mundial de 1994. Este ano, o público quase duplicou face a 2022 e 2018. Quanto às audiências televisivas, esta foi a edição mais lucrativa para a FIFA.
Dentro de campo, a seleção espanhola dominou os prémios individuais. Rodri foi o melhor jogador do torneio, Unai Simon o melhor guarda-redes e Pau Cubarsi o melhor jogador jovem.
Nos golos e assistências, a França evidenciou o seu poderio ofensivo. Kylian Mbappé foi o melhor marcador com 10 golos e Michael Olise o jogador com mais assistências, sete.Os Países Baixos venceram o prémio fair-play da FIFA.
Unai Simon destacou-se pela muralha defensiva ao sofrer apenas um golo no torneio. A seleção orientada por Luís de La Fuente juntou-se ao lote das seleções campeãs com menos golos sofridos.
Além dos finalistas Espanha, Argentina, e Inglaterra que ocupou o terceiro lugar, houve várias seleções que surpreenderam. A seleção norueguesa alcançou os quartos de final do torneio, ao eliminar o Brasil.
Cabo Verde foi também uma das surpresas.Na sua estreia no torneio chegou aos oitavos de final e Vozinha foi a estrela dos tubarões azuis, que empataram com Espanha e foram eliminados pela Argentina já no prolongamento.
O torneio terminou no dia 19 de julho com a vitória da seleção espanhola que venceu pela segunda vez o mundial. A próxima edição é em 2030 e terá como anfitriões Portugal, Espanha e Marrocos.
Autor: Ana Baptista
Imagem: danehouse_photography