Lista E: Eduarda Fernandes apresenta-se como candidata única à liderança da AAUTAD

Lista E: Eduarda Fernandes apresenta-se como candidata única à liderança da AAUTAD

Eduarda Fernandes, estudante de Medicina Veterinária, é a única candidata à presidência da AAUTAD nas eleições de 16 de dezembro. Com percurso iniciado no associativismo em 2023, passou pela Associação de Estudantes de Medicina Veterinária e integrou depois a AAUTAD, onde é atualmente tesoureira. Em 2025 foi ainda eleita representante dos estudantes no Conselho Geral.

A concorrer com a Lista E, cujo lema é “Elevar a Academia”, Eduarda apresenta Pedro Augusto para a Mesa da Assembleia Geral e Viviana Gomes para o Conselho Fiscal. A campanha decorre de 6 a 14 de dezembro e pretende aproximar-se dos estudantes, incentivando a participação eleitoral. Em conversa com o Torgador, Eduarda assentou que reuniu uma equipa preocupada com o bem académico de todos os estudantes e diz sentir que este novo mandato estará presente em todo o campus, sempre disponíveis para ajudar todos os estudantes e alcançar para um bem-estar na vida acadêmica. Eduarda realça que, para todos os estudantes que sentem que a Associação não faz nada, todos os membros e que as portas da sede da Associação estão sempre abertas para todo o tipo de sugestões de melhoria da vida
académica. Salienta também que, se realmente os estudantes sentem que a associação não está devidamente presente, que é algo a ser comunicado e esclarecido com os próprios membros.

Por outro lado, no apoio académico, Eduarda pretende continuar com a FAPA, um apoio ás atividades dos núcleos dos estudantes, visto que a Associação tem todo um trabalho no sentido de projetar o apoio nos núcleos e, consequentemente, cada núcleo de estudantes suprir as necessidades dos estudantes. Pretende também continuar com a existência dos eventos recorrentes e fomenta a ideia de expandir a feira de emprego, onde seja possível envolver mais equipas e reunir cada vez mais estudantes.

Por fim, Eduarda finaliza dizendo que é percetível a falta da comparência dos estudantes nas assembleias gerais e que é algo que se deve ter em conta. Eduarda reforça mais uma vez, trazendo novamente o tópico sobre os estudantes reafirmarem que a Associação não faz nada, que estas assembleias gerais são fundamentais para a partilha de descontentamento e sugestões de melhorias. Salienta também que os estudantes devem perceber que a Associação está cá para eles, que trabalha para o bem-estar do estudante e para poder elevá-los a nível académico.

João Bessa