Domingo, dia 21, disputou-se o terceiro jogo da final do campeonato masculino de futsal. O Benfica vinha de um jogo doloroso, mas com vontade de passar para a frente na final. Já o Sporting vinha mais confiante e bem preparado para lutar pela vantagem.
O derbi começou às 21h, agitado como sempre. Passados 7 minutos, surge a primeira grande oportunidade da partida. André Coelho, já recuperado da lesão no ombro direito, vê uma oportunidade de assistir Artur, mas Bernardo Paçó acaba com essa oportunidade. O primeiro golo da partida chega a meio da primeira parte. Num lance de bola parada, Diego Nunes passa a bola a André Coelho que remata para dentro da baliza da equipa leonina. O Benfica nem deixa passar dois minutos para conseguir marcar o segundo. Outra vez de bola parada, mas desta vez é Diego Nunes que empurra a bola dentro da baliza de Bernardo Paçó. O Sporting não tarda a responder e é Merlim, que a sete minutos do fim, consegue enfiar a bola no cantinho da baliza da equipa da casa. O jogo continua muito intenso e, a quatro minutos do fim da primeira parte, Carlinhos faz magia com o pé direito e marca o terceiro das águias. A competitividade não abranda e o Sporting insiste em tentar diminuir a diferença de golos. Antes do fim da primeira parte é Pauleta que assinala mais um para a equipa visitante com uma jogada muito rápida.
Os jogadores voltam para a segunda parte e a partida volta a ter a mesma intensidade que é de custume neste derbi. O jogo continua bastante dividido e com boas jogadas para ambos os lados.
Apenas a seis minutos do fim surge o primeiro golo da segunda parte e o segundo de André Coelho no derbi. A equipa do Sporting deu o espaço e André aproveitou, assinalando o quarto do Benfica. Pauleta não espera para dar uma resposta imediata ao Benfica, roubando a bola e marcando o terceiro da equipa leonina. O jogo continua a um ritmo intenso. Pauleta não deixa passar muito tempo para fazer o hat-trick, fazendo com que a bola passe entre as prenas de Léo Gugiel e entre direto na baliza encarnada. Mesmo com muitos ataques o resultado não saí do empate e, deste modo, o jogo segue para prolongamento.
No prolongamento é Higor que utiliza a primeira parte para dar vantagem ao Benfica com um grande contra-ataque que deu o quinto à equipa da casa. Mesmo quando se achava que o vencedor estava revelado, Diego Nunes, num momento infeliz, comete a sexta falta e dá ao Sporting o tão desejado livre sem barreira. A trinta segundos do fim foi tudo o que os leões pediram. Tomás Paçó bate o livre que empata a partida e leva a decisão para penaltis.
Os penaltis começam e ambas as equipas conseguem concretizar vários penaltis. O primeiro a falhar é Afonso Jesus que, desta forma, põe o Sporting em vantagem. Quando já parecia certo que o Sporting ia ganhar pelos penaltis, Diogo Carrera segura a bola de Merlim e volta a equilibrar as penalidades. Os jogadores vão chegando à marca e conseguindo fazer com que a bola entre na baliza do adversário. Até que chega a vez de Zicky. O camisa seis do Sporting respira e corre para chutar a bola, mas é novamente Diogo Carrera que impede que esta entre na sua baliza e que, desta forma, assinala a vitória do Benfica.
Acaba, assim, o terceiro jogo da final deixando o Benfica em vantagem com possibilidade de ser campeão no pavilhão João Rocha na próxima quinta-feira.
Autor : Joana Santos
Imagem : modalidadesslb
